segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
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sábado, 21 de fevereiro de 2009
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domingo, 11 de janeiro de 2009
De cara!
Era uma vez um cara,
Mais uma vez era um cara...
E pra que mais um? E pra que mais todos?
É sempre a mesma cara, do outro cara q já se foi
E sempre um pouco mais caro o tombo q vem depois
-Mas o próximo tombo talvez não ocorra,
quem sebe esse cara, me livre do jogo?
E é bem assim que eu despenco,
denovo, denovo e denovo...
de cara!
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Postado por Deborah às 23:31 1 comentários
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
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terça-feira, 22 de julho de 2008
O moço...
do All Star vermelho,
do cabelo engraçado,
dos dedilhados mágicos,
do péssimo andar.
O moço...
do olhar com brilho,
do sorriso adocicado,
da paz com voz,
do amor ao amar.
O moço...
da comida gostosa,
do abraço calado,
da paixão sem limites,
do Olimpo particular.
Ah, esse moço...
Voa tanto
que,
às vezes,
esquece até
que já sabe andar!
Postado por Deborah às 14:01 5 comentários
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Sem
Sou sem pátria.
Postado por Deborah às 00:10 2 comentários
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Velha caixa...
Postado por Deborah às 13:53 6 comentários
domingo, 15 de junho de 2008
Ao meu Super-Fortão
Vê essas luzes artificiais,
São a cidade, bela e perversa,
São as esquinas que você vai cruzar,
Se um dia na vida você sentir frio
e meu abraço mais terno não mais te esquentar..
Espero que já tenha aprendido os caminhos,
E que olhe para os lados antes de atravessar...
Postado por Deborah às 23:22 7 comentários
domingo, 25 de maio de 2008
Maria, Maria
Hoje em dia a Dona Maria ainda mora no mesmo sobradinho, na esquina da Botuporã com a Brito Machado, ainda é morena e tem cabelos cumpridos, mas não é mais vista, e muito menos ouvida... Andei perguntando pela rua e ninguém sabe dizer como ela está... As pessoas só dizem “Dona Maria, aquela que é louca? Num sei...” apenas minha vó que é mais inteirada sobre os acontecimentos da vizinhança soube me dizer... Disse que ela era louca, que o marido já não agüentava mais e começou a dar uns remédios pra ela ficar quietinha...
E assim morre uma grande cantora... a Dona Maria está lá... respira, come, fala... mas usa drogas pra não cantar.... Toma remédios pra assassinar seu talento, sua paixão...O que eu tenho a dizer sobre isso? Nem sei... só que estou de luto... por uma voz, por uma alma.
“Olê muié rendera,
Olê, muié rendá,
Tu mi insina a fazê renda
Qui eu ti insino a namorá...
Postado por Deborah às 23:28 7 comentários